Amadeo Lorenzato (1900-1995) presenciou as turbulências do século XX bem de perto. Entre 1928 e 1930, pedalou pelo Leste Europeu com o colega e pintor holandês Cornelius Keesman vendendo aquarelas e guaches; morou na Paris da década de 1930 e na Itália de Mussolini até 1948, quando voltou ao Brasil com a família. Mas foi o cotidiano humilde do brasileiro que ele decidiu destacar em sua obra.